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Aeroporto de Congonhas avança para retomar voos internacionais

Projeto prevê operações na América do Sul a partir de 2028

O Aeroporto de Congonhas (CGH), em São Paulo, deu um passo importante para a retomada dos voos internacionais regulares. Nesta terça-feira, 23 de dezembro, o terminal recebeu parecer favorável à internacionalização da Secretaria Nacional de Aviação Civil, vinculada ao Ministério de Portos e Aeroportos. A decisão ocorreu após um pedido apresentado pela concessionária Aena Brasil.

Com o aval técnico, o processo de internacionalização do aeroporto avança para as próximas fases. Congonhas já operou voos internacionais até meados da década de 1980 e, agora, a proposta prevê o retorno dessas operações com foco em rotas de curta e média distância na América do Sul.

A iniciativa faz parte do projeto de ampliação e modernização do aeroporto. A expectativa é que, até junho de 2028, seja entregue um novo terminal de passageiros, além da ampliação das pontes de embarque, criação de um novo pátio de aeronaves, construção de hangares e melhorias na eficiência operacional.

O projeto também inclui a adequação da infraestrutura necessária para a atuação dos órgãos responsáveis pelos controles migratório, aduaneiro, sanitário e agropecuário. O objetivo é garantir o cumprimento das normas nacionais e internacionais de segurança.

Opinião do Marcos Paulo

Somente o avanço das obras de ampliação e modernização do Aeroporto de Congonhas poderá criar as condições necessárias para o início das operações internacionais. Atualmente, o aeroporto está saturado. Nesse cenário, qualquer aumento no número de voos e de passageiros seria inviável.

Caso o início das operações internacionais em Congonhas se confirme, a cidade de São Paulo passará a ter uma configuração semelhante à de Buenos Aires. De um lado, um aeroporto localizado em região central, como Congonhas e Aeroparque, com voos concentrados em rotas curtas e médias na América do Sul. Do outro, um grande aeroporto na região metropolitana, como Guarulhos e Ezeiza, preparado para receber aeronaves maiores, voos de longa distância e um volume mais elevado de cargas.

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