
Durante alguns anos, o BRB DUX Visa Infinite reinou praticamente sozinho no mercado, com poucos concorrentes diretos. E quando falta concorrência, o resultado quase sempre é o mesmo: acomodação. Para o banco, conforto. Para o cliente, perda. Concorrência é essencial, sempre.
Na prática, um dos maiores problemas do DUX sempre foi o limite de crédito. Muitos clientes de alta renda iniciam com R$ 50 mil, um valor baixo para esse perfil, especialmente quando entram compras parceladas na equação.
No meu caso, comecei com R$ 50 mil, e logo depois houve um ajuste para R$ 97 mil. A partir daí, nada mais aconteceu. Nenhum aumento automático, nenhuma evolução. Para não travar o cartão, passei a concentrar compras parceladas em outros cartões e usar o DUX basicamente para compras à vista. Era a única forma de não “queimar” o limite.
A crise muda o jogo
O Banco Master acabou gerando um efeito dominó no Banco de Brasília (BRB). A relação entre as duas instituições envolve uma operação controversa, com a compra de bilhões em carteiras de crédito, acusações de risco e fraudes na chamada Operação Compliance Zero, a prisão do controlador do Master, Daniel Vorcaro, a liquidação do banco pelo Banco Central (BC) e o afastamento do presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.
O reflexo foi imediato. Clientes começaram a retirar investimentos, principalmente quem tinha valores acima de R$ 250 mil, o teto de proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Em momentos assim, o medo fala mais alto.
BRB perde clientes
Com a saída de clientes, o BRB reagiu. Surgiram promoções, ajustes e “movimentos comerciais”. Mas é importante ser claro: nada disso nasce como benefício espontâneo. É contenção de danos. É estratégia defensiva para evitar a evasão.
Não por acaso, depois de quase três anos, meu limite finalmente foi aumentado. Difícil acreditar que seja coincidência. Em cenários de pressão, agradar o cliente passa a ser prioridade, especialmente quando ele já considera migrar para outro cartão.


Eu já disse e repito: existe hoje uma corrida clara pelo cliente de alta renda. O DUX deixou de ser unanimidade. O CAIXA Ícone Visa Infinite é um exemplo evidente disso e já levou dezenas de milhares de clientes que antes estavam concentrados no DUX.
O jogo virou. E agora, quem não evoluir, perde espaço. Por aqui, vou focar no Centurion, Ícone e Karta.
Grupo de Gerentes
Há mais de 17 anos atuo diretamente no mercado de cartões de crédito, construindo relacionamento com bancos, entendendo critérios internos e acompanhando, de perto, como as decisões realmente acontecem.
Ao longo desse caminho, conquistei alguns dos melhores cartões do Brasil, como The Centurion Card, Ícone e DUX, entre outros. Mas nada disso veio apenas de renda, investimento score ou sorte. Veio de entender algo que pouca gente percebe: muitas vezes, a aprovação de um bom cartão passa pela boa vontade do gerente.
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