
O mercado de salas VIP em aeroportos brasileiros segue aquecido, mesmo após dois anos muito fortes. 2024 e 2025 concentraram a maior parte das inaugurações recentes, o que naturalmente reduz o volume de novas aberturas em 2026. Ainda assim, o movimento não parou.
Alguns aeroportos estratégicos seguem com processos de licitação em andamento, abrindo espaço para novas salas VIP.
Hoje, parte desses aeroportos conta apenas com uma única sala VIP, complementada por restaurantes conveniados. Esse modelo funciona, mas limita a experiência do passageiro, especialmente em horários de pico. Há espaço claro para expansão em alguns aeroportos.
Os aeroportos onde teremos novidades são:
- Aeroporto de Vitória (VIX);
- Aeroporto de Florianópolis (FLN);
- Aeroporto de Confins (CNF).
Aeroporto de Vitória
O Aeroporto de Vitória (VIX) já conta hoje com uma boa estrutura de atendimento premium. O The Lounge opera uma sala VIP bem organizada, que atende de forma eficiente o perfil do passageiro que busca conforto antes do embarque.
Além da sala VIP tradicional, o aeroporto oferece alternativas conveniadas:
- Restaurante A Saideira, localizado no lado ar, após o controle de segurança;
- Restaurante Living HNK, no lado terra, na área pública do terminal.
O ponto importante é que a licitação em andamento não prevê uma nova sala no lado ar, mas sim a abertura de uma sala VIP no lado terra, ou seja, antes da inspeção de segurança.
Esse modelo atende um público diferente: passageiros que chegam com antecedência maior, acompanhantes e usuários que preferem resolver tudo ainda na área pública do aeroporto.
Aeroporto de Florianópolis
O Aeroporto de Florianópolis (FLN) também conta hoje com uma estrutura premium bem acima da média. O The Lounge opera uma sala VIP de alto nível, atendendo tanto voos nacionais quanto internacionais, com boa capacidade e padrão de serviço consistente.
Além da sala VIP tradicional, o terminal oferece opções conveniadas que ampliam o leque de atendimento ao passageiro:
- Restaurante A Saideira, localizado no lado ar, após o controle de segurança;
- Restaurante Living HNK, no lado terra, na área pública do aeroporto.
Esse conjunto faz com que Florianópolis tenha hoje uma oferta equilibrada, mas ainda concentrada em um único operador de sala VIP.
Aeroporto de Confins
O Aeroporto Internacional de Confins (CNF) já possui hoje uma das maiores concentrações de salas VIP no Brasil. Além de múltiplos lounges espalhados pelo terminal, o passageiro também conta com restaurantes conveniados, que permitem refeições gratuitas por meio de cartões e programas de acesso.
Mesmo assim, ainda existem espaços físicos disponíveis, e a concessionária demonstra interesse em atrair novas salas VIP para o aeroporto.
Na minha visão, esse movimento soa desnecessário no cenário atual. A oferta já atende bem a demanda, inclusive em horários de pico, e a multiplicação de lounges tende mais a diluir qualidade do que a melhorar a experiência do passageiro.
Conclusão: mercado aquecido, custos cada vez
O mercado de salas VIP em aeroportos brasileiros segue aquecido, mas o cenário mudou. As concessionárias estão cada vez mais focadas em maximizar receita, elevando preços e ampliando sua participação financeira nos contratos.
Na prática, muitos processos deixaram de priorizar experiência e passaram a funcionar quase como um leilão, onde vence quem paga mais para operar o espaço. Isso pressiona os operadores, reduz margem e, em alguns casos, impacta diretamente a qualidade do serviço entregue ao passageiro.
O resultado é um mercado mais caro, competitivo e seletivo. Nem toda nova sala VIP representa melhoria real. Em muitos aeroportos, a expansão atende muito mais ao interesse financeiro da concessão do que a uma demanda genuína do viajante.
Para quem acompanha esse mercado de perto, fica claro: mais salas nem sempre significam melhor experiência. O diferencial continua sendo operação eficiente, bom serviço e critérios de acesso bem definidos.
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