
O Banco de Brasília (BRB) atravessa um momento delicado, um dos mais críticos de sua história recente. A crise gerou um efeito direto no comportamento dos clientes, especialmente entre o público de alta renda, que costuma reagir rapidamente a qualquer sinal de instabilidade institucional.
Não por acaso, o banco registrou a saída de bilhões em ativos sob custódia. Investidores mais atentos optaram por realocar seus recursos para instituições financeiras mais sólidas e consolidadas, reduzindo exposição ao risco em um cenário de incerteza.
No meu caso, tomei a mesma decisão. Optei por retirar meus investimentos do BRB, priorizando segurança patrimonial e previsibilidade, dois fatores essenciais quando se trata de estratégia financeira de longo prazo.
Comunicação excessiva
Em janeiro e fevereiro o BRB adotou uma comunicação excessiva na tentativa de demonstrar que está tudo bem. Não está e isso é claro com as notícias diárias sobre a instituição.
1 ano de isenção no DUX
No passado, o BRB DUX Visa Infinite oferecia 1 ano de anuidade grátis. Depois, mudaram para 3 meses. Agora, o banco volta com uma oferta focada em investidores.
O que o banco oferece:
- 1 ano de isenção da anuidade no BRB DUX Visa Infinite;
- Investimento em CDB ou LCI;
- Aplicação mínima de R$ 300 mil;
- Sem liquidez diária.
BRB, me desculpe, mas ninguém é idiota. O cliente do DUX já decidiu migrar para o The Centurion Card e/ou CAIXA Ícone Visa Infinite. Não há como conter essa migração.
Investir R$ 300 mil, valor acima do FGC (Fundo Garantidor de Créditos) e sem liquidez diária, só faz sentido para o banco que está desesperado precisando de dinheiro.
O erro da isenção por 3 meses
Em janeiro, eu publiquei aqui a mesma oferta deles, mas que oferecia apenas 3 meses. Os diretores do BRB devem estar realmente bem confusos ao achar que alguém investiria 300 mil reais para receber apenas 3 meses de anuidade grátis. Aprenderam a lição da forma mais vergonhosa possível.
O Ícone acabou com o DUX
A grande verdade é que, hoje, os clientes finalmente têm para onde correr. O Ícone passou a ocupar exatamente o mesmo patamar do BRB DUX, com uma diferença fundamental: menos risco e muito mais previsibilidade.
O Ícone não exige:
- Abertura de conta corrente;
- Realização ou manutenção de investimentos.
O que eu destaco no Ícone:
- Cartão de crédito com anuidade gratuita mediante R$ 25 mil em gastos por mês;
- Design em metal, com 5 adicionais gratuitos;
- Pontuação de 5 pontos por dólar em compras nacionais (primeiro ano, com chance de ser prorrogada);
- Pontuação de 6 pontos por dólar em compras internacionais (spread de 4%);
- Acesso ilimitado e gratuito às salas VIP via LoungeKey e Visa Airport Companion;
- Migração do LoungeKey para o Priority Pass em 2026;
- Você pode levar 20 convidados por ano gratuitamente às salas VIP (deve aumentar em breve);
- IOF Zero até o início de 2027 (com chance de prorrogar);
- A CAIXA tem a melhor oferta de transferência bonificada do mercado;
- Não são necessários gastos mínimos para ter acesso às salas VIP;
- Todos os benefícios da categoria Visa Infinite.
Isso muda completamente o jogo, especialmente em um momento de instabilidade bancária, em que exposição desnecessária deixou de fazer sentido.
Outro ponto importante é o processo de aprovação. Com o meu gerente parceiro, a análise costuma levar até 48 horas, em média, o que torna a experiência muito mais simples para quem tem perfil de alta renda.
Para clientes de altíssima renda, o cenário ideal segue sendo o Bradesco American Express – The Centurion Card, especialmente pela solidez da instituição, previsibilidade de relacionamento e posicionamento claro no segmento mais exclusivo do mercado.
Conclusão
O BRB sentiu o impacto da crise e hoje a única linha de defesa real do banco é o DUX Visa Infinite. Não existem outros produtos relevantes no portfólio. Os demais cartões do banco simplesmente não competem no mercado – são realmente terríveis.
O problema é que a estratégia adotada é fraca e mal calibrada. Ninguém quer arriscar, mesmo com o FGC. Ninguém quer estresse ou dor de cabeça. O DUX não vale isso.
Em cenários assim, fica evidente a importância de uma diretoria que compreende o mercado, entende risco, percepção do cliente e toma decisões estratégicas com visão de longo prazo. Não é o que se vê no BRB neste momento.
Se nada mudar, o caminho é claro: desgaste contínuo, perda de relevância e, no fim, o fracasso do cartão DUX como produto competitivo no segmento de alta renda.
O DUX elevou o patamar do mercado. Espero, sinceramente, que a gestão do BRB passe a olhar o cartão com mais cuidado e visão estratégica.
Concorrência é saudável, estimula evolução e fortalece o mercado. Me coloco à disposição para contribuir com ideias, posicionamento e leitura de cenário.
Grupo de Gerentes
Há mais de 17 anos atuo diretamente no mercado de cartões de crédito, construindo relacionamento com bancos, entendendo critérios internos e acompanhando, de perto, como as decisões realmente acontecem.
Ao longo desse caminho, conquistei alguns dos melhores cartões do Brasil, como The Centurion Card, Ícone e DUX, entre outros. Mas nada disso veio apenas de renda, investimento score ou sorte. Veio de entender algo que pouca gente percebe: muitas vezes, a aprovação de um bom cartão passa pela boa vontade do gerente.
- Tenho mais de 30 gerentes parceiros.
- Atendimento sempre realizado pelo WhatsApp.
- Avaliação detalhada de sua documentação.
- Maior chance de aprovação de seus cartões.
Clique aqui para conhecer o grupo e conseguir os melhores cartões de crédito.


