
A Turquia está localizada no mediterrâneo e está dividida entre os continentes asiático e o europeu, separada pelo famoso Estreito de Bósforo. Com uma população de aproximadamente 80 milhões, o país abriga diversas cidades encantadoras como Istambul, Bodrum, Antália, Kusadasi e Göreme, além de ter um povo afetuoso e hospitaleiro e gastronomia riquíssima.
Eu, particularmente, prefiro usar cartões de crédito nas minhas viagens. As contas internacionais estão popularizadas, e você tem uma economia a curto prazo, mas eu prefiro a praticidade do cartão de crédito e o acúmulo de milhas aéreas.
Aqui vale uma informação importante: em 2024, o IOF do cartão de crédito caiu de 5,38% para 4,38%. Todos os anos, vai cair 1%, até ser zerado em 2028.
Quando fui para Turquia decidi que iria realizar todas as minhas compras com o Banese Card Elo Nanquim, que tem spread zero. Ou seja: não cobra o ágio que a maioria dos bancos brasileiros cobram e pode chegar a incríveis 6%. Eu já tinha realizado essa mesma experiência no Chile, Portugal, Londres, França e foi um fracasso a aceitação.
Na Turquia, o cartão de crédito é amplamente aceito. Eu diria que 99% dos locais vão aceitar o pagamento com cartão sem nenhum problema, mesmo os mais simples. Sempre tenho também um pouco de euros, para gastos pequenos e alguma emergência (não faça câmbio no aeroporto de jeito nenhum). Apesar da lira turca ser a moeda oficial, o euro e o dólar americano são amplamente aceitos.
Você vai precisar de dinheiro apenas nas barracas de rua, por exemplo. No Grand Bazaar, as lojas dão mais descontos se você pagar em dinheiro, mas todas aceitam os cartões de crédito.
A minha experiência
Pelo menos 90% das minhas compras foram negadas com o cartão de crédito da bandeira Elo. Isso já era previsto por mim, mas eu queria testar na prática. Quando acontecia, eu tirava o meu Visa da carteira e a aprovação era imediata. Tentei usar também o Bradesco Elo Diners Club para ver se daria certo, apesar do spread altíssimo, mas as compras também eram negadas.
Veja:


Desde que escrevo sobre cartões de crédito, há 15 anos, eu afirmo que apenas a Visa e a Mastercard são bandeiras com aceitação mundial. A American Express é boa nos EUA, mas mundo afora também é problemática. Entretanto, na Turquia, vários restaurantes têm parceria com a Amex e oferecem inclusive descontos de até 20% na sua conta.
A máquina geralmente não aceitava via aproximação, pedindo para inserir o cartão. Ao inserir, dava erro, pedindo para usar a tarja magnética. Ao tentar, novo erro. E isso se repetiu várias e várias vezes durante 10 dias. No exterior, a Elo usa a rede Discover.
Para mim, ficava evidente que as pessoas olhavam para o cartão com uma “cara estranha”. Depois, quando viam o Visa, a reação mudava. Do tipo: “agora vai funcionar”.
Conclusão
Nunca confie em um cartão de crédito Elo nas suas viagens internacionais. A chance de você ter problemas é altíssima. Apesar da bandeira ter sido lançada há muitos anos, até agora ainda não conseguiu se consolidar e não é confiável para usar fora do Brasil.
A chance de você ter problemas é gigantesca. E, caso você não tenha outro cartão na viagem, pode ter sérios problemas. Cuidado!
Grupo de Gerentes
Há mais de 17 anos atuo diretamente no mercado de cartões de crédito, construindo relacionamento com bancos, entendendo critérios internos e acompanhando, de perto, como as decisões realmente acontecem.
Ao longo desse caminho, conquistei alguns dos melhores cartões do Brasil, como The Centurion Card, Ícone e DUX, entre outros. Mas nada disso veio apenas de renda, investimento score ou sorte. Veio de entender algo que pouca gente percebe: muitas vezes, a aprovação de um bom cartão passa pela boa vontade do gerente.
- Tenho mais de 30 gerentes parceiros.
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