
O CAIXA Ícone Visa Infinite foi, sem dúvida, a grande surpresa do mercado de cartões em 2025, especialmente em um ano competitivo, com 21 novos cartões lançados, muitos deles mirando diretamente o público de alta renda.
A disputa foi dura, o nível subiu e o consumidor saiu ganhando. E se você já conhece o meu tradicional prêmio vexame do ano, que faço há alguns anos, chegou a hora de equilibrar o jogo, porque quando uma empresa faz um trabalho acima da média, mexe com o mercado e eleva o padrão, ela também merece ser reconhecida e parabenizada.
Voltemos um pouco no tempo. Marcio Recalde, atual presidente da CAIXA Cartões, foi o responsável por transformar o BRB quando esteve à frente do BRBCARD por quase três anos. Foi ali que nasceu o BRB DUX Visa Infinite, um cartão que redefiniu o jogo e colocou o banco no radar dos clientes mais exigentes.
Recalde já sabia exatamente o que fazer e como fazer e o Ícone nasceu com um objetivo claro, concorrer de verdade com o DUX. E conseguiu.
Foi o único cartão que chegou ao mercado com proposta, estrutura e benefícios suficientes para rivalizar no mesmo nível e, mais do que isso, tirar clientes investidores do Banco de Brasília. Isso, no mercado brasileiro de cartões, não é pouca coisa.
Surpreendeu
O que eu destaco no Ícone:
- Cartão de crédito com anuidade gratuita mediante R$ 25 mil em gastos por mês;
- Design em metal, com 5 adicionais gratuitos;
- Pontuação de 5 pontos por dólar em compras nacionais (primeiro ano);
- Pontuação de 6 pontos por dólar em compras internacionais (spread de 4%);
- Acesso ilimitado e gratuito às salas VIP via LoungeKey e Visa Airport Companion;
- Você pode levar 20 convidados por ano gratuitamente às salas VIP;
- IOF Zero até o final de 2026;
- A CAIXA tem a melhor oferta de transferência bonificada do mercado;
- Não são necessários gastos mínimos para ter acesso às salas VIP;
- Todos os benefícios da categoria Visa Infinite.
E tem mais, talvez o ponto mais subestimado de todos, você não precisa abrir conta na CAIXA, nem realizar investimentos para ter acesso ao Ícone, algo raro nesse nível de cartão e que derruba uma das maiores barreiras de entrada do mercado, tornando o produto ainda mais competitivo frente aos rivais diretos.
Conclusão
Em meio a tantos lançamentos sem sentido em 2025, ficou claro, mais uma vez, que quem estuda o mercado lança produto de verdade. O Ícone é prova disso. O que não dá mais é para criar cartões no achismo, sem análise séria do que os concorrentes entregam, porque hoje o público compara, entende e não aceita mais propostas vazias embaladas como inovação e com anuidades altíssimas.
Marcio Recalde, Lessandro Werner Thomaz, o “pai do Ícone”, e todos do time estão de parabéns. O cartão realmente mexeu com o mercado, elevou o nível da conversa e forçou concorrentes a se mexerem.
Parabéns, CAIXA!


