
Quem nunca teve receio de sair de casa com aplicativos de banco instalados no celular? Esse medo é comum, especialmente em grandes cidades, onde a sensação de insegurança é maior. Por isso, muitas pessoas adotam estratégias para se proteger. Entre elas estão o uso de mais de um aparelho, deixar um celular com aplicativos bancários em casa ou utilizar recursos como a pasta segura do próprio sistema operacional.
Como funciona
Com o objetivo de reduzir esse risco, o Itaú lançou o Modo Protegido em seu aplicativo. A funcionalidade permite que o cliente defina locais confiáveis, como sua casa ou local de trabalho. A partir do momento em que o aparelho sai dessas áreas, os limites para transações como Pix e transferências são automaticamente reduzidos.
A medida busca dificultar o acesso a valores mais altos em casos de perda, furto ou roubo do celular. Caso o titular precise realizar uma transação acima dos limites reduzidos, o aplicativo exige uma autenticação adicional por reconhecimento facial.
Para ativar o recurso, basta acessar o aplicativo do Itaú e seguir o caminho Segurança, Modo protegido.
Opinião do Marcos Paulo
Vejo com bons olhos esse tipo de funcionalidade oferecida pelos bancos. Muitas pessoas acabam negligenciando a própria segurança ao manter limites muito elevados para transações feitas pelo aplicativo.
Até pouco tempo atrás, algumas fintechs permitiam a troca da senha da conta apenas com o envio de um código por e-mail, como em um cadastro comum de loja virtual. Esse tipo de prática facilitava fraudes em larga escala. O Nubank chegou a ser bastante associado a esse tipo de fragilidade, mas, felizmente, suas ferramentas de segurança evoluíram nos últimos anos.
No meu caso, opto por manter limites bem reduzidos para os aplicativos que deixo instalados em meu celular. Limites mais altos ficam restritos ao internet banking no computador onde as transações são autorizadas apenas com QR Code.
Grupo de Gerentes
Há mais de 17 anos atuo diretamente no mercado de cartões de crédito, construindo relacionamento com bancos, entendendo critérios internos e acompanhando, de perto, como as decisões realmente acontecem.
Ao longo desse caminho, conquistei alguns dos melhores cartões do Brasil, como The Centurion Card, Ícone e DUX, entre outros. Mas nada disso veio apenas de renda, investimento score ou sorte. Veio de entender algo que pouca gente percebe: muitas vezes, a aprovação de um bom cartão passa pela boa vontade do gerente.
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