
O Bradesco é um dos maiores bancos privados do Brasil e está em crise. Acompanho a sua trajetória e percebo que ao longo dos últimos anos algumas estratégias deram errado, como o segmento Bradesco Prime.
Os segmentos atuais são:
- Bradesco Pessoa Física (varejo);
- Bradesco Exclusive;
- Bradesco Prime;
- Bradesco Private Bank.
Há um abismo entre o Prime, que exige renda de R$ 15 mil, e o Private, que exige investimento a partir de R$ 5 milhões. Dentro do Prime, há subcategorias, chamadas de Top Tier.
A grande verdade: o Bradesco Prime está totalmente banalizado. Praticamente “todo mundo” consegue se enquadrar como Prime e o nível dos produtos e serviços caiu. Eu sempre digo que mais importante do que segmentação é ter um bom gerente de relacionamento.
Muitas pessoas ainda acham o máximo ser cliente Prime, Select ou Personnalité. Para mim, não muda quase nada, além das altíssimas taxas que você precisa pagar todos os meses. O marketing dos bancos ainda tem grande poder de influência sobre os brasileiros que buscam status.
O que eu espero do novo segmento
- Cartões de crédito mais competitivos.
- Promoções interessantes.
- Maior autonomia para os gerentes.
- Agilidade nos processos internos.
- Programa de vantagens para a conta corrente.
- Regras claras.
Pelas informações iniciais, a renda mínima exigida deve ser de R$ 25 mil.
No caso dos cartões de crédito, com exceção do Bradesco Aeternum Visa Infinite, nenhum outro é desejado. Os clientes que ainda querem os cartões do banco são desavisados, que estão desinformados. Quem compara, escolhe outro banco para ter cartões. O mesmo vale para a Livelo, que está em declínio assim como o Bradesco.
Na conta corrente, deveria haver mais facilidade para isenção. Hoje, no Itaú Personnalité, é fácil ficar isento através do Minhas Vantagens Itaú Personnalité. Ninguém quer ficar pagando taxas e o programa, além de isentar taxa da conta e do cartão, oferece mais benefícios.
Quando o Bradesco tiver realmente foco nos clientes as coisas podem começar a mudar. Enquanto isso, viva a concorrência. E aguardo as cenas do próximo capítulo.
Resumo: falta ao Bradesco realmente olhar para o mercado, ver o que a concorrência está realizando, e imitar (ou fazer melhor). O banco até tenta imitar em alguns casos, mas faz pior. E fazendo pior não vai chegar a lugar nenhum. Os anos (e os resultados financeiros) estão mostrando que o caminho estava errado.
Grupo de Gerentes
Há mais de 17 anos atuo diretamente no mercado de cartões de crédito, construindo relacionamento com bancos, entendendo critérios internos e acompanhando, de perto, como as decisões realmente acontecem.
Ao longo desse caminho, conquistei alguns dos melhores cartões do Brasil, como The Centurion Card, Ícone e DUX, entre outros. Mas nada disso veio apenas de renda, investimento score ou sorte. Veio de entender algo que pouca gente percebe: muitas vezes, a aprovação de um bom cartão passa pela boa vontade do gerente.
- Tenho mais de 30 gerentes parceiros.
- Atendimento sempre realizado pelo WhatsApp.
- Avaliação detalhada de sua documentação.
- Maior chance de aprovação de seus cartões.
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