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Azul: atualizações sobre a recuperação judicial

Companhia apresentou uma nova versão de seu plano com foco na redução de dívidas e otimização da frota

A Azul Linhas Aéreas anunciou a atualização de seu Plano de Negócios, parte do processo de recuperação judicial que conduz nos Estados Unidos sob o chamado Chapter 11. O documento, divulgado apresenta as estratégias que devem guiar a companhia em sua reestruturação financeira e operacional, com o objetivo de emergir mais sólida e preparada para o longo prazo.

O plano detalha ajustes na malha aérea e nas estimativas de custos, destacando as medidas adotadas para reduzir dívidas e compromissos de arrendamento de aeronaves. Segundo a empresa, a expectativa é de que a Azul saia do processo “significativamente mais saudável”, com menor endividamento, menos pagamentos de leasing e uma alavancagem líquida estimada em 2,5 vezes.

Clique aqui para acessar o documento completo.

Um ponto que chamou atenção na atualização foi a menção à “rejeição de leasing de A330neo”, modelo de aeronave de longo curso mais moderno da frota da Azul. Até então, a empresa havia citado apenas a devolução de jatos menores, como o Embraer E195-E1 e alguns turboélices ATR, como parte da estratégia de corte de custos.

O documento mais recente indica que os passivos da companhia devem ser menores que o previsto anteriormente, em parte devido à manutenção de aeronaves mais antigas e baratas, ao ritmo reduzido de entregas dos novos E195-E2 e à possível devolução dos A330neo.

Enquanto isso, a companhia deve incorporar três aeronaves A330ceo, versão anterior do modelo, que serão retiradas da frota da ITA Airways no fim do ano. Esses aviões, de custo de leasing mais baixo, podem substituir parcialmente os A330neo, reforçando a estratégia de redução de despesas sem comprometer a capacidade de operação em rotas internacionais.

Opinião do Marcos Paulo

A contração da Azul é evidente, com redução de frota, de rotas e também de benefícios para os clientes. O downgrade nas aeronaves também será percebido pelos passageiros.

As outras companhias aéreas nacionais, LATAM e GOL, passaram recentemente por processos de recuperação judicial nos Estados Unidos e conseguiram se reerguer. Espero que a Azul siga o mesmo caminho e volte mais forte.

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