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DUX: saldo zero no Curtaí

Um dos melhores cartões, com um dos piores programas de fidelidade

Quando o Pão de Açúcar (PDA) perdeu a pontuação turbinada, o mercado entrou em pânico. Mas, como sempre, quem realmente acompanha esse universo entendeu rapidamente o movimento. A rota natural da alta renda virou o BRB DUX Visa Infinite, do Banco de Brasília (BRB).

Com 5 pontos por dólar desde o lançamento, ele se consolidou como uma das melhores opções do mercado. O único problema é que o DUX corre mais rápido do que o próprio programa de fidelidade do banco. O Curtaí nunca conseguiu acompanhar o cartão que deveria ser o seu protagonista. Resultado: quanto mais o Curtaí patina, mais o DUX se desvaloriza.

A virada chegou com o CAIXA Ícone Visa Infinite. Pedi o meu no dia do lançamento e decidi “aposentar” o DUX. Aspas porque vou manter o mínimo de R$ 5 mil mensais só para continuar usando as salas VIP. Estratégia é estratégia.

O desastre do Curtaí

O Curtaí não entrega absolutamente nada que empolgue. Não tem oferta relevante, não tem incentivo, não tem movimento. É um programa parado no tempo. E programa parado no tempo é programa que perde valor.

Eu não esperei para ver onde isso ia parar. Zerei meu saldo e transferi tudo para a Smiles. Zero é libertador. Essa promoção de até 100% de bônus quem lançou foi a Smiles, e não o Curtaí. É bom deixar isso claro.

A regra é simples: pensou em Curtaí, já pode ir direto para Descurtaí.

Minha estratégia com o Ícone

O Ícone pontua 5 pontos por dólar durante o primeiro ano e existe grande chance de essa pontuação se manter. Com o lançamento do Uau CAIXA, o novo programa de fidelidade, fica claro que o movimento da CAIXA é disputar espaço com Livelo e Esfera.

E tem mais: janeiro é tradicionalmente o melhor mês do ano para transferências bonificadas na CAIXA. Em 2026, serão até 165% de bônus. É simplesmente surreal. Clique aqui para ver como foi a oferta deste ano.

Pressão dos gerentes

Enquanto isso, muitos clientes seguem sofrendo a velha pressão: “aumenta o investimento”, “contrata isso”, “traz aquilo”, como se cartão de alta renda tivesse que vir sempre acompanhado de um combo bancário. O Ícone mostra exatamente o contrário: não exige investimentos e não amarra o cliente em produto nenhum.

Muitos clientes acabaram perdendo o DUX – o gerente realizou o downgrade.

Conclusão

Curtaí, para mim, já era. O DUX, ainda não… mas está no fio da navalha. Durante os próximos 12 meses meu foco é totalmente no Ícone. Se nada mudar, o DUX vai conhecer a minha serra elétrica.

Grupo de Gerentes

Há mais de 17 anos atuo diretamente no mercado de cartões de crédito, construindo relacionamento com bancos, entendendo critérios internos e acompanhando, de perto, como as decisões realmente acontecem.

Ao longo desse caminho, conquistei alguns dos melhores cartões do Brasil, como The Centurion Card, Ícone e DUX, entre outros. Mas nada disso veio apenas de renda, investimento score ou sorte. Veio de entender algo que pouca gente percebe: muitas vezes, a aprovação de um bom cartão passa pela boa vontade do gerente.

  • Tenho mais de 30 gerentes parceiros.
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  • Avaliação detalhada de sua documentação.
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