
Quebrar tem um significado ruim, mas quando eu penso em viajar, e nas passagens aéreas, o significado muda e se torna uma estratégia bastante atrativa que vou explicar para você. No mundo das milhas aéreas, flexibilidade é importante, além de conhecimento sobre boas estratégias para conseguir os melhores voos. Muitas vezes, eu escolho o destino baseado nos voos que estão disponíveis para emissão.
Quando eu digo quebrar a viagem, significa que você deve dividir em duas (ou mais) emissões. Exemplo:
- Você quer ir de São Paulo para Tóquio;
- Você quer ir do Rio de Janeiro para Bangkok.
Muitas vezes, pode ser difícil achar voos com milhas procurando até o destino final desejado, então uma dica é emitir até o “meio do caminho”, fazendo duas emissões. Você pode, por exemplo, fazer uma emissão para Madrid, Paris, Londres ou Istambul, que são destinos fáceis de chegar saindo do Brasil. Depois, você faz outra emissão até o destino final. A malha área saindo da Europa é gigantesca.
Outra opção é via Estados Unidos. Você pode emitir para Miami, Nova York ou Los Angeles e depois buscar o segundo trecho até o seu destino final. No Oriente Médio, Dubai e Doha são hubs importantes e de lá você consegue ir para praticamente qualquer destino.
O mais importante é pensar nas possibilidades e fugir do “feijão com arroz”. Use o FlightConnections para explorar as rotas – ele é muito bom!
Europa
Para Europa, eu sempre digo que o mais importante é você chegar até lá. Uma vez em território europeu, é muito fácil, perto e barato se locomover internamente. As opções são:
- Comprar um trecho de avião, com possibilidade de companhias aéreas low cost;
- Alugar um carro;
- Viajar de trem.
Emissão de ida e volta
Eu, quase nunca, faço a emissão de passagem aérea de ida e volta ao mesmo tempo. Geralmente, emito a ida e depois emito a volta. Isso maximiza a chance de uma boa emissão. Ou seja: abra a sua mente para novas estratégias. Você também pode usar programas e companhias aéreas diferentes.
Grupo de Gerentes
Há mais de 17 anos atuo diretamente no mercado de cartões de crédito, construindo relacionamento com bancos, entendendo critérios internos e acompanhando, de perto, como as decisões realmente acontecem.
Ao longo desse caminho, conquistei alguns dos melhores cartões do Brasil, como The Centurion Card, Ícone e DUX, entre outros. Mas nada disso veio apenas de renda, investimento score ou sorte. Veio de entender algo que pouca gente percebe: muitas vezes, a aprovação de um bom cartão passa pela boa vontade do gerente.
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