
A guerra no Irã não afeta apenas os cidadãos da região. Os impactos vão muito além disso. O fechamento de espaço aéreo, a interrupção de corredores comerciais e os ataques em países vizinhos têm influenciado o planeta em escala ampla.
Entre os principais produtos afetados está o petróleo. Parte importante da produção mundial passa pelo Estreito de Ormuz, que fica próximo ao Irã. Navios internacionais que transportam o óleo sofreram ataques iranianos em retaliação, causando impactos em toda a cadeia produtiva.
Como a guerra afeta a aviação
Para a aviação, há dois impactos principais. O primeiro é a incerteza para grandes companhias que operam na região, como Qatar Airways, Emirates e Etihad Airways. Elas são importantes nas rotas, principalmente no sentido leste <-> oeste do globo.
Com a redução das operações, muitos passageiros precisam realocar seus voos e passar pela Europa. Com isso, a demanda aumenta e os preços também sobem.
O segundo impacto é o mais direto. Como o querosene de aviação é um derivado do petróleo, que nos últimos 30 dias teve elevação de preço na casa dos 30%, esse custo acaba sendo repassado ao passageiro. Por isso, esse efeito já começa a aparecer no preço das passagens.
O cenário no Brasil
Aqui no Brasil, outro fator pressiona ainda mais os preços, que é a questão cambial. Grande parte dos custos das companhias aéreas é calculada em dólar. Por isso, um aumento da cotação da moeda americana em relação ao real cria mais uma pressão sobre o valor final das passagens.
Comprar agora ou esperar?
Todo cenário de conflito gera incertezas. Esse é um tema delicado para debater, mas vejo que os preços do petróleo podem ficar ainda mais pressionados com a continuidade dos ataques entre os participantes do conflito. Sendo assim, é natural pensar que os preços das passagens terão um aumento ainda maior.
Dessa forma, o mais indicado seria a compra imediata para reduzir o tamanho do prejuízo.
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