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O que é skiplagging?

Descubra os prós e contras do skiplagging, estratégia polêmica para economizar em passagens aéreas

Skiplagging, também conhecido como “hidden city”, é uma estratégia utilizada por alguns viajantes para economizar em passagens aéreas. A prática envolve a compra de uma passagem com destino a uma cidade final mais barata, mas o viajante desembarca no ponto de conexão.

Veja a seguir como funciona a estratégia, incluindo suas vantagens e desvantagens.

Como funciona

A premissa do skiplagging é simples: em alguns casos, uma passagem para um destino com escala pode ser mais barata do que um voo direto para a cidade de conexão. O viajante compra a passagem até o destino final, mas desembarca durante a escala, ignorando o último trecho do voo.

Por exemplo, imagine uma pessoa em Natal que deseja ir para São Paulo. Ela compra uma passagem para Curitiba, com escala em São Paulo, e decide não embarcar no último trecho, ficando em São Paulo.

Vantagens

O principal atrativo dessa prática é a economia. Dependendo da rota e da demanda, a diferença de preço entre um voo direto e um com conexão pode ser significativa.

Desvantagens

Apesar dos benefícios financeiros, o skiplagging não é isento de riscos. As companhias aéreas desaprovam fortemente essa prática e podem tomar medidas contra passageiros que a utilizam. Além disso, essa estratégia só funciona em viagens de ida ou em bilhetes onde o viajante não despacha bagagem, já que as malas vão até o destino final.

Exceção: Viagens internacionais

Em uma viagem internacional, ao chegar em um novo país, você precisa passar pelos procedimentos de alfândega e imigração no aeroporto de chegada, onde recolhe sua bagagem e a despacha novamente em seguida. Portanto, comprar uma passagem com essa estratégia não afetaria a questão da bagagem despachada.

No entanto, o grande problema é que, caso o fiscal da imigração faça questionamentos, você pode se enrolar na explicação, já que tem uma passagem com destino A, mas na verdade está indo para o destino B. Provavelmente você não quer passar por essa situação durante a entrevista, não é mesmo?

Opinião do Marcos Paulo

Apesar da vantagem econômica, eu opto por não usar essa estratégia em viagens internacionais. Prefiro pagar um pouco mais caro e ter a tranquilidade de ter todo o meu roteiro estabelecido.

Já em viagens domésticas, essa questão não seria um problema. Ela será mais eficaz principalmente se o seu destino final for um hub da companhia aérea, de onde partem muitos voos de conexão, como São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas, Brasília e Recife.

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