
Chegar mais cedo para usar uma sala VIP sempre foi uma das coisas que eu fazia ao viajar para São Paulo, no Aeroporto de Congonhas (CGH). Entretanto, o que era um prazer agora se tornou algo quase indesejável, e o motivo é um só: superlotação.
“Quando todo mundo é VIP, ninguém é VIP.”
Em Congonhas, essa é a sensação. São três salas VIP:
- Advantage VIP Lounge – também chamada de Elo Lounge;
- Latitude;
- Bradesco Cartões Lounge.
Todas enfrentam problemas de superlotação. Todas. Na do Bradesco, sempre que você passa em frente vê fila na porta, pois são poucos lugares. Clientes chegam a esperar 30 minutos até conseguirem entrar – os que não desistem, pois a maioria acaba indo embora para não pagar o vexame de ficar em pé na fila.
A Advantage VIP Lounge, que é a minha preferida pelas boas opções de alimentos e bebidas, está enfrentando a superlotação. Acredite: na última sexta-feira havia mais de 10 pessoas em pé dentro da sala por falta de lugares disponíveis.
A Latitude, que vivia vazia em um passado recente, também chega a ficar lotada e com pessoas em pé. Ela é bem pequena e tem poucos lugares, então é fácil ficar cheia.
Depois das últimas experiências ruins, acho que vou preferir chegar perto do horário do voo, principalmente se estiver apenas com bagagem de mão, e ir direto para o portão de embarque. Outra opção é viajar pelo Aeroporto de Guarulhos (GRU), mas ele é tão longe que desanima.
De quem é a culpa?
O acesso às salas VIP se tornou mais fácil e as empresas não se prepararam para essa demanda. Além disso, não é simples conseguir uma autorização para ampliação dos espaços. Em Congonhas, tem espaço para mais umas 2 ou 3 salas VIP serem abertas e desafogar as já existentes.
Enquanto isso, você tem duas opções:
- Enfrentar o caos das salas superlotadas;
- Desistir de usar os lounges do aeroporto.
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