Pesquisar

Congonhas: chegar cedo para usar uma sala VIP ou na hora do voo para embarcar?

Chegar mais cedo para usar uma sala VIP sempre foi uma das coisas que eu fazia ao viajar para São Paulo, no Aeroporto de Congonhas (CGH). Entretanto, o que era um prazer agora se tornou algo quase indesejável, e o motivo é um só: superlotação.

“Quando todo mundo é VIP, ninguém é VIP.”

Em Congonhas, essa é a sensação. São três salas VIP:

  • Advantage VIP Lounge – também chamada de Elo Lounge;
  • Latitude;
  • Bradesco Cartões Lounge.

Todas enfrentam problemas de superlotação. Todas. Na do Bradesco, sempre que você passa em frente vê fila na porta, pois são poucos lugares. Clientes chegam a esperar 30 minutos até conseguirem entrar – os que não desistem, pois a maioria acaba indo embora para não pagar o vexame de ficar em pé na fila.

A Advantage VIP Lounge, que é a minha preferida pelas boas opções de alimentos e bebidas, está enfrentando a superlotação. Acredite: na última sexta-feira havia mais de 10 pessoas em pé dentro da sala por falta de lugares disponíveis.

A Latitude, que vivia vazia em um passado recente, também chega a ficar lotada e com pessoas em pé. Ela é bem pequena e tem poucos lugares, então é fácil ficar cheia.

Depois das últimas experiências ruins, acho que vou preferir chegar perto do horário do voo, principalmente se estiver apenas com bagagem de mão, e ir direto para o portão de embarque. Outra opção é viajar pelo Aeroporto de Guarulhos (GRU), mas ele é tão longe que desanima.

De quem é a culpa?

O acesso às salas VIP se tornou mais fácil e as empresas não se prepararam para essa demanda. Além disso, não é simples conseguir uma autorização para ampliação dos espaços. Em Congonhas, tem espaço para mais umas 2 ou 3 salas VIP serem abertas e desafogar as já existentes.

Enquanto isso, você tem duas opções:

  • Enfrentar o caos das salas superlotadas;
  • Desistir de usar os lounges do aeroporto.

Grupo de Gerentes

Há mais de 17 anos atuo diretamente no mercado de cartões de crédito, construindo relacionamento com bancos, entendendo critérios internos e acompanhando, de perto, como as decisões realmente acontecem.

Ao longo desse caminho, conquistei alguns dos melhores cartões do Brasil, como The Centurion Card, Ícone e DUX, entre outros. Mas nada disso veio apenas de renda, investimento score ou sorte. Veio de entender algo que pouca gente percebe: muitas vezes, a aprovação de um bom cartão passa pela boa vontade do gerente.

  • Tenho mais de 30 gerentes parceiros.
  • Atendimento sempre realizado pelo WhatsApp.
  • Avaliação detalhada de sua documentação.
  • Maior chance de aprovação de seus cartões.


Clique aqui para conhecer o grupo e conseguir os melhores cartões de crédito.

Você pode se interessar

Deixe um comentário