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Azul e GOL avançam em negociações para fusão

Parceria visa fortalecer a aviação brasileira e expandir a conectividade

A Azul Linhas Aéreas e a Abra, investidora majoritária da GOL e da avianca, anunciaram hoje a assinatura de um Memorando de Entendimento (MoU) não vinculante. O objetivo é combinar seus negócios no Brasil, visando aumentar a presença do país no setor aéreo global.

A proposta de combinação entre Azul e GOL é fundamentada na complementaridade das rotas, com cerca de 90% das operações não sobrepostas. Essa união pode resultar em mais destinos e serviços disponíveis para os consumidores, tanto nas viagens domésticas quanto internacionais.

Em maio de 2024, as empresas já haviam anunciado um acordo de codeshare, o que trouxe maior proximidade entre as companhias. O memorando de hoje é mais um passo rumo à fusão.

Impacto no Setor Aéreo

O MoU prevê que as companhias mantenham seus certificados operacionais e marcas separadas, mas busquem sinergias nas malhas aéreas. Com uma população de mais de 220 milhões e cerca de 110 milhões de voos anuais, o Brasil apresenta um mercado com grande potencial de crescimento, que ainda é menos desenvolvido em comparação a países vizinhos.

A operação está sujeita a várias condições, incluindo a aprovação regulatória e a realização de due diligence. A combinação de negócios deve ser discutida com atenção às condições econômicas, buscando garantir que a alavancagem da nova entidade seja comparável à da GOL.

Opinião do Marcos Paulo

Apesar da nota cheia de termos complexos divulgada pelas empresas, a verdade é clara: as duas companhias estão operando no vermelho há anos. A fusão é a última chance de salvar as operações. Caso contrário, o risco de falência de ambas é real.

Como cliente, torço para que as duas empresas consigam recuperar sua saúde financeira. Também espero que novas companhias sejam criadas para atender à demanda do mercado doméstico.

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